01Vocês evoluem sistema feito por outra empresa?
Evoluímos, depois do diagnóstico. Precisamos do código, do banco de dados e do acesso ao lugar onde o sistema roda. Sistema de mercado, que a empresa só usa, fica com o fornecedor dele.
02Qual é a diferença entre evolução e sustentação?
A sustentação mantém o sistema fazendo o que já faz: corrige, atualiza e ajusta quando uma lei ou um fornecedor muda. A evolução muda o que ele faz: uma tela, um relatório ou uma função nova, orçada e aprovada antes. As duas podem andar juntas no mesmo sistema.
03Quanto custa?
Depende do tamanho das melhorias e do ritmo dos ciclos. Depois do diagnóstico, a equipe comercial envia a proposta por escrito, com o valor, o que entra e o que fica de fora.
04Quem decide o que entra primeiro?
Você. A lista tem o valor para a empresa, o esforço e a meta de cada melhoria e é revista a cada ciclo. A gente recomenda a ordem; quem aprova é a empresa.
05O sistema para enquanto vocês mexem?
Não. A versão nova é liberada aos poucos, primeiro para um grupo, com a volta pronta. Quando uma mudança precisa parar o sistema, ela entra na janela que você aprovar, fora do horário de uso.
06Não sai mais barato refazer do zero?
Quase sempre, não: refazer leva meses sem nada novo para quem usa. Evoluímos por partes e trocamos sozinha a parte que não tem saída. Quando o diagnóstico mostra que o sistema inteiro não tem conserto, dizemos por escrito, e o caminho é um sistema novo sob medida, com o atual no ar até o novo ficar pronto.
07E se a melhoria não der o resultado esperado?
Cada melhoria tem uma meta, medida com o uso real. Se ela não chegar lá, o ajuste entra no próximo ciclo, ou a melhoria sai, se não valer a pena.
08Que dados vocês usam para medir?
O uso do sistema, como o tempo de uma tela ou quantas vezes uma função é usada, sem olhar o conteúdo dos dados pessoais. Só acessamos o que a melhoria precisa, e cada acesso fica registrado. O contrato diz como cuidamos desses dados, seguindo a LGPD.